You Are Here: Home » Afetividades » O amor liberta, nunca escraviza

O amor liberta, nunca escraviza

Se fontes fidedignas garantem que o amor tudo espera e tudo suporta, o que denota as atitudes que tentam aprisionar a mando de um suposto sentimento?  Se o amor verdadeiro só faz o bem, suas manifestações não deveriam representar liberdade, leveza e um completo bem-estar?

Não é contraditório declarar um sentimento genuíno a uma pessoa e, ao mesmo tempo tentar impedir que ela vivesse de uma maneira livre e saudável?

amor-libertaImposições, cobranças e cerceamento de liberdade são instrumentos eficazes, mas que oprimem e arrebentam qualquer vínculo afetivo, segundo atestam estudiosos. Então, é inútil esperar êxito num modelo sustentado pela tirania, onde uma pessoa delimita o espaço do outro, como se fosse seu próprio dono. Muitos agem assim, na vã expectativa e segurar uma relação.

Não sabem, entretanto, que tal atitude costuma ter efeito contrário. Quanto mais se tenta prender, mais se contribui para a proclamação da liberdade, isto é fato.

“Afinal a solidez e segurança de uma relação se dá pela troca afetiva, pela confiança, cumplicidade e respeito mútuo e não pelo aprisionamento”, segundo atesta o psiquiatra Luiz Antonio Dias. Que fique claro por mais que se queira ninguém é de ninguém e ponto final.

Estudos revelam que este comportamento descrito costuma ser causado pelo ciúme e possessividade, facilmente observados em pessoas egocêntricas, infantilizadas e extremamente inseguras, que não conseguem enxergar no outro a possibilidade de uma relação saudável e livre. “Por isso, têm a constante necessidade de deter todo e qualquer tipo de controle para sua equivocada segurança”, analisa o psiquiatra.

Para aquelas pessoas que são dominadas por esses sentimentos, tudo representa risco e motivo de desconfiança, porque vivem com base numa valorização diminuta acerca de si mesma, razão que as fazem ter medo e ciúme de tudo, até da própria sombra.

Matérias Relacionadas:

Só o amor poderá consertar o mundo

Ciúmes: o veneno dos relacionamentos

Com informações da Revista Mídia & Saúde e demais fontes

By Aucenir Gouveia

Print Friendly

Autor

Poeta, Filósofo, Político. Pós graduado em Administração Pública e Gestão Pública. Ex-Funcionário do BB, Ex-Vereador e atualmente Servidor Público. Gerente da Agência do Trabalhador [SINE] da SEJU/MTE do Governo do Estado do Paraná, na Cidade de Mandaguaçu.

Number of Entries : 220

Comentários (1)

Comente

© 2013-2017 Site hospedado por:

Copy Protected by Chetans WP-Copyprotect.
Ir ao Topo