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O carreteiro infiel que amassou ele pensando que era ela

É bem provável que, todo carreteiro, testemunha muitas situações irreverentes por este mundo de meu Deus, algumas compartilhadas e outras que permanecem em segredo. Mas o Gouveia NetNews tem uma história real vivida por um leitor carreteiro que pediu pra ser compartilhada com os demais leitores.

Meu nome é Lourival ‘Azarão’, tenho 40 anos, moro no Paraná, há 5 anos. Sou carreteiro, viajo muito para o nordeste do Brasil. Acho a vida muito imprevisível, assim como nós, homens e mulheres.

Imagem ilustrativa

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Não é novidade pra ninguém que, geralmente nos postos de gasolina, as mulheres de programa fazem ponto e assediam os caminhoneiros. Passado meia hora uma jovem alta, loira, com aparência de 16 ou 17 anos se aproximou e me flertou, fiquei assanhado ao vê-la, parecia uma manequim, gostosona, nunca vi algo igual, durante tanto tempo de estrada.

Até passou minha fome, ou melhor, me deu mais fome ainda, mas fome de sexo, muito sexo.

Estacionei meu caminhão um pouco mais longe do restaurante do posto e convidei a moça pra entrar. Ela mal entrou e o fogo acendeu, o rala e rola pegou e pegou louco o bagulho. Mas a jovem estava se fazendo de difícil.

Beijei muito, abracei bastante. O esquisito é que sempre quando eu avançava no sinal,

Eu fui casado três vezes, porque não consigo ser fiel, não posso ver um “rabo de saia”, que logo me assanho… pesou mais de 30 quilos, é novinha, é bonita e sensual, não resisto, dou em cima pra valer. Mas não vão achando que sou o único, a maioria de meus colegas carreteiros também são assim.

Eu sei que é errado, mas a carne é fraca, principalmente a minha. Mulher pra mim é igual uma picanha suculenta ao fogo, impossível resistir. Meu colesterol é alto, mas a libido fala mais alto, não fico sem saborear, degustar, provar desta carne suculenta.

Olha, o carreteiro tem muitas histórias pra contar, assim como o pescador. Algumas são verdades, outras são mentiras. Eu não tenho vergonha de contar uma história verdadeira onde fui a vítima deste episódio. Sempre me achei um homem espertalhão, viril, gostoso, o bicho da goiaba, mas um dia me dei mal.

Em uma das viagens que fiz pra Natal no Rio Grande do Norte, em meados de setembro de 2009, eu já tinha percorrido umas doze horas, estava cansado, já era quase noite, então resolvi fazer uma parada num posto para abastecer e comer alguma coisa, coincidência ou acaso, o nome do posto era “Posto Morangão”.

a garota interceptava minha mão. Eu já estava perdendo a paciência.

Quando em certo momento, ela sussurrou que estava menstruada e que era bom ficar ‘só naquilo’. Quase surtei!

E assim, foi por um bom tempo, eu já estava explodindo de tanto tesão, então, decidi avançar o sinal vermelho pra conferir se era verdade ou mentira da garota que disse estar menstruada. Ai veio a surpresa, dei azar, ela era ele e tinha uma “manguasca” bem maior que a minha no meio das pernas.

Saltei irado, chamei o desgraçado de vagabundo e pedi pra descer da cabine do caminhão. Pus o ordinário pra correr. Pior que fiquei o resto da noite vomitando só de pensar que a ‘baba de língua da loirinha era de um marmanjo safado!

Com informações de leitor deste Blog (By Aucenir Gouveia)

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Autor

Poeta, Filósofo, Político. Pós graduado em Administração Pública e Gestão Pública. Ex-Funcionário do BB, Ex-Vereador e atualmente Servidor Público. Gerente da Agência do Trabalhador [SINE] da SEJU/MTE do Governo do Estado do Paraná, na Cidade de Mandaguaçu.

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