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O estresse e o sexo na vida a dois

O estresse está tão presente que parece ser parte da nossa vida, principalmente para quem vive nas grandes cidades ou mesmo nas pequenas, mas,  com grandes e múltiplas atividades. Estamos naquele patamar perigoso onde aceitamos e convivemos com esse estado de cansaço patológico e passível de  análise e orientação médica, sem mesmo nos dar conta e buscar ajuda.

Mas que patamar é esse?

Afinal, é normal, em virtude de todas as atividades do dia a dia, estarmos cansados? O perigo é exatamente quando esse estado se torna a maior parte da nossa vida. Observe-se:

Como começa o seu dia?

Ao se levantar está descansado?

Está positivamente motivado?

Sua alimentação é feita de acordo com a sua necessidade e você tem total controle sobre ela? Quantidade, qualidade e horário?

O seu relacionamento familiar e profissional se faz dentro da normalidade?

Sem irritação, nem mesmo a vontade de jogar uma pedra em alguém?

Sua vida amorosa está motivada e seu apetite sexual está normal?

E seu(sua) parceiro(a)? Você pode em sã consciência dizer que para ele(a), também são positivas as respostas às perguntas que fiz?

Regina Racco: “Tanto a mulher como o homem sentem o impacto do estresse no sexo. O que fazer para não perder o desejo sexual?”.

Regina Racco: “Tanto a mulher como o homem sentem o impacto do estresse no sexo. O que fazer para não perder o desejo sexual?”.

Nesse caso, meu(minha) amigo(a), faça correndo um seguro contra inveja e se cuide. Você corre o sério risco de ser raptado e ter o cérebro levado para  análise para o bem do resto da humanidade!

A brincadeira se justifica. Se você está envolvido em seus projetos a ponto de perder o limite da sua resistência, dificilmente respondeu de forma positiva ao que coloquei acima e isso até certo ponto é normal. O que não pode é não perceber o limite entre o aceitável e o absurdo, o que faz a diferença entre saúde e doença.

Tanto a mulher quanto o homem sentem rapidamente o impacto do estresse na resposta sexual. A inapetência entra em alta e prejudica os casais. Existem estudos que apontam o estresse como um dos causadores até mesmo da infertilidade!

Mas o médico pode ajudar! Se você está se sentindo estressado(a), não deixe de procurar um! E, além desta atitude, tente se autoanalisar. Algumas providências podem reduzir o estresse de forma natural e rápida. São atitudes simples mas que podem ser de grande ajuda. Selecionei algumas, sugiro que as pratique durante pelo menos duas semanas. Garanto que você sentirá a diferença!

Uma delas é optar por sexo praticado mais lentamente.Sexo assim é capaz de relaxar e diminuir o nível de estresse de quem pratica, instantaneamente. Quer experimentar? É grátis e só depende do seu desejo e da sua habilidade para “convencer” o seu amor que essa experiência enriquecerá a vida sexual de vocês.

Eu garanto o sucesso da “terapia”. Pratique e espere por mais saúde e melhor qualidade de vida. Lembre-se, quanto melhor você estiver se sentindo, maior será sua capacidade de alcançar o sucesso de seus objetivos, além, é claro de estreitar ainda mais a cumplicidade, tão importante na vida de um casal feliz.

Estresse? Combata com uma overdose de prazer.

Com informações de Regina Racco. Professora de ginástica íntima, autora dos livros: O livro de Ouro do Pompoarismo, A Conquista do Prazer masculino e Pirulito e Outras Delícias, sexo para mestres na arte da sedução. Texto original: O estresse e o sexo.

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Autor

Poeta, Filósofo, Político. Pós graduado em Administração Pública e Gestão Pública. Ex-Funcionário do BB, Ex-Vereador e atualmente Servidor Público. Gerente da Agência do Trabalhador [SINE] da SEJU/MTE do Governo do Estado do Paraná, na Cidade de Mandaguaçu.

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